Justiça mantém audiências da Kiss abertas e nega pedidos de advogado

A Justiça manteve abertas ao público todas as audiências do processo criminal que investiga as 242 mortes ocorridas no incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, e negou o pedido da defesa do réu Elissandro Callegaro Spohr, o Kiko, para que fossem ouvidos os 636 sobreviventes do incêndio na casa noturna. Conforme a decisão da juíza Karla Aveline de Oliveira, que está substituindo o juiz Ulysses Louzada, o processo pertence à sociedade e os depoimentos requeridos podem ser feitos através de diligências policiais, evitando perda de tempo e demora injustificada no andamento das investigações.

A magistrada frisou que o acesso do público e da imprensa nas oitivas segue mantido. “As audiências são públicas assim como o processo, pois não há matéria reservada pelo segredo de justiça nesses autos”, considerou. “O processo criminal não pertence ao juiz, nem serve exclusivamente aos interesses das partes, mas também à sociedade”, salientou. Entretanto, ela determinou que não sejam mais permitidos registros de imagens do réu por parte da imprensa.

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Fonte/Reprodução – Click-RBS

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